terça-feira, 18 de março de 2014

Paixão pela leitura


A leitura é algo muito importante e gostoso na minha vida. 
Ler é uma coisa que eu realmente gosto de fazer.”

         Estas palavras, proferidas por uma pessoa jovem (quase adolescente) causaram uma ótima impressão nos alunos de 5º ao 8º ano da escola Aroni.
        Com objetivo de valorizar e enfatizar a importância da leitura para os nossos alunos, na manhã do dia 12 de março, tivemos a presença de Ana Paula Abs da Cruz (filha da professora Cíntia), leitora assídua e crítica literária.
           Ana Paula é autora do blog “Livros e Chimarrão”,  http://livrosechimarrao.blogspot.com.br/ onde faz resenhas e análises de obras literárias para duas grandes editoras. Sua convicção e alegria em relatar a diferença que a leitura faz em sua vida comoveu a todos nós.
      Após a conversa com a Ana muitos alunos procuraram a biblioteca para obter informações sobre as obras citadas. Temos certeza que pessoas com a Ana Paula deixam ótimos “rastros” para que muitos adolescentes possam seguir este maravilhoso caminho da leitura e escrita (um sonho de consumos de todos os professores).

       Obrigada Ana Paula por você fazer parte do nosso projeto de formação de Leitores da escola Aroni Aloísio Mossmann.




segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

Buraco do DIABO


Dando continuidade aos trabalhos de 2013 ....


No final do segundo semestre de 2013 os alunos do 4º Ano A 
participaram da construção do projeto "As lendas do buraco do diabo".

O projeto teve várias etapas: a tomada de decisões conjunta sobre o que deveria ser estudado,
 a divisão de tarefas, a pesquisa para fundamentar os fatos históricos e verificar 
se as versões da lenda que eles tinham ouvido poderiam ou não ter acontecido.

Ao final, em duplas, a turma produziu, reescreveu, leu e gravou versões da lenda, 
baseados nos conhecimentos construídos.
 Segue o resultado do trabalho da turma. 
Parabéns a todos pelo empenho e criatividade!

Além das gravações, a turma produziu alguns textos 


SEGUE OS TRÊS TEXTOS ESCOLHIDOS PELA TURMA:



DIABO DO BURACO

            Há muito tempo em uma cidade chamada Ivoti não havia luz elétrica, aparelhos eletrônicos, etc. Lá viviam poucos moradores, e havia uma localidade chamada Feitoria Nova. Pois naquele lugar os moradores tinham costumes de fazer longas visitas que começava  de tarde e terminava de noite. E quando as visitas iam embora com os seus cavalos, viam uma enorme sombra que já estavam dizendo que era o Diabo voltando para sua caverna.
            Até que um dia os moradores foram tirar a história a limpo. As pessoas pegaram tochas acesas e  seus cavalos para ir matar o Diabo.
            Ao chegar na floresta escutaram um barulho de galho se quebrando. Até que criatura começou a andar em direção deles, quando perceberam que era um enorme tatu. É por isso que aquela localidade começou a se chamar Buraco do Diabo.
Milene e Gabriela
A VERSÃO DA LENDA DO BURACO DO DIABO

            Na região de Ivoti havia uma lenda. Ela contava que no Teufesloch havia duas famílias: os Berghan e os Bruxel. Eles tinham um filho e ele maltratava as pessoas. Um dia ele queria resolver aquele mistério. E acabou conhecendo uma menina chamada Ruth que também queria resolver esse grande mistério! Eles seguiram juntos essa grande jornada, passaram por muitas dificuldades, mas enfrentaram. O menino era muito arteiro, porém com essa descoberta ficou uma pessoa boa.                
Eles foram para uma mata onde dormiram a  noite. Nessa mata havia barulhos que acharam estranhos. Foram olhar achando que era o Diabo, mas viram um enorme focinho que lambeu a ponta dos narizes dos dois. Eles deram muitas risadas e levaram o grande mistério para casa. E todos acharam uma gracinha esse grande Tamanduá.
Milena e Karina
A LENDA DO TAMANDUÁ 

            Ha muito tempo duas famílias habitaram o Teufelsloch. As duas famílias se chamavam os Berghan e os Tatsch. Eles tinham costume de fazer longas visitas que começava de manhã e terminavam de tarde. Quando iam embora os cavalos e os outros animais se assustavam com uma sombra.
            E todo mundo andava falando que era o diabo. Toda noite, quando as famílias iam dormir, escutavam um barulho estranho no meio da floresta. As duas famílias ficavam assustadas e no dia seguinte uma nova família imigrou aqui no Teufelsloch. Ela se chamava Müller e era formada por cinco pessoas: os três irmãos, o pai e a mãe. Um dos filhos se chamava Rute, a filha do meio, Manfrei era o filho mais velho e Vitor o filho mais novo.
Rute, como era moito curiosa, quis desvendar o mistério. Pegou um cavalo na estrebaria foi pelas trilhas assombradas dos sítios e quando viu era um tamanduá.
Thiago e Rafael W.





2014




A ESCOLA ARONI MOSSMANN 

DESEJA À TODOS UM ÓTIMO 2014!

segunda-feira, 25 de novembro de 2013

Fala com a Autora


Na manhã do dia 20/11, os alunos do 4º ano A 
puderam conhecer e conversar com Leani Veiga Koppe, a autora do livro 
"Viajando com esperança para o desconhecido", 
que foi lido em sala de aula. 
Os alunos aprenderam um pouco 
mais sobre a história da imigração alemã. 
A turma pôde fazer perguntas e mostrar como trabalharam, 
em sala de aula, com esse livro.

Ao final, a professora, historiadora e escritora ainda nos contou uma versão
 da lenda do Buraco do Diabo em Hunsrückisch, 
 uma variação da língua alemã ainda falada no município.



Seguem os depoimentos de alguns alunos:

"Gostei muito de conversar com a autora do livro. Gostei de ouvir a história, 
a vida dela, ouvir a lenda." 
  Daiane


"Foi muito legal ouvir ela contando a lenda no dialeto. 
 Não entendia todas as palavras, mas como eu já 
conhecia algumas versões da lenda, foi mais fácil. 
Algumas palavras são parecidas com o alemão que aprendemos na escola." 

Milene


"Que legal que a autora vai escrever seu segundo livro!" 
Rafael W.

quarta-feira, 20 de novembro de 2013

Fundo do Mar ...

Projeto Fundo do mar: ALGAS

Dando continuidade ao Projeto Fundo do Mar, no dia 11 de novembro, 
a turma do 4º Ano B, trabalhou sobre as algas. Durante o projeto,
os alunos fizeram várias descobertas. Dentre elas, podemos citar algumas:

 Por todo o mundo onde o mar é frio e a linha costeira é rochosa,
existem imensas florestas aquáticas compostas por algas.
A maioria das algas vive arraigada no fundo do mar, mas nem todas.
Algumas, como os sargaços, podem viver flutuando livremente. 
As enguias gostam muito de colocar seus ovos nos sargaços.
Os ouriços-do-mar se alimentam de algas e,
embora sejam pequenos, são capazes de devorar grandes áreas de florestas dessas plantas.
A variedade de algas que crescem no litoral serve de alimento para muitos animais.
Mas e o homem, pode comer algas? É claro que pode.
Isso depende dos costumes de cada povo.
As algas estão presentes em vários pratos da culinária japonesa
e são ricas em vitaminas, sais minerais, ferro, cálcio...
substâncias importantes para o corpo humano.

Por isso, a professora Fabiane trouxe aos alunos um dos alimentos
da culinária japonesa que contém alga: o SUSHI.

Os alunos tiveram a oportunidade de manusear e utilizar o hashi e experimentar o alimento. 
As expressões e opiniões foram bastante variadas, mas a experiência valeu a pena.





Na hora do lanche,  a turma continuou manuseando e se divertindo com os hashis, ao comer bolachas... 






sexta-feira, 8 de novembro de 2013

"Viajando com esperança pelo desconhecido"

Será que famílias alemãs viajariam hoje em dia para o Brasil da mesma forma que em 1824, 
quando vieram colonizar o país?

Pois foi sobre essa temática que os alunos do 4º ano A foram incentivados a refletir.

 Depois da leitura e do trabalho com o livro "Viajando com esperança pelo desconhecido", de Leani Veiga Koppe, os alunos foram motivados a produzir um texto sobre as condições atuais de viagem  para quem quer sair da Alemanha e chegar até Ivoti: As famílias ainda viriam de navio? Quanto tempo a viagem duraria? Quais seriam as dificuldades e facilidades? E em relação à família: formada por quantos integrantes? Quantos filhos? Expectativas?

O resultado dessa reflexão aparece nos trabalhos produzidos em duplas e trios nos dias 06 e 07 de novembro. 
 Em duplas, os alunos leram seus textos e decidiram o que seria importante registrar sobre a viagem, em forma de desenho, em cada época: 1824 e 2013. 
Em seguida, começaram a desenhar e realizar a pintura.